"Meu nome é Marina Albuquerque,
cidadã manauara e como a maioria das pessoas,
sonho em abrir minha própria empresa. Na feira do empreendedor que
aconteceu no mês de abril/14, no SESI,
fui orientada a procurar o NAE (Núcleo de Apoio ao Empreendedor).
A sigla NAE fala de apoio, porém,
lá não encontrei qualquer tipo de apoio, encontrei sim, um descaso total com o
cidadão que busca ajuda dos órgãos que atuam neste núcleo. Funcionários
despreparados, grosseiros, que faltam trabalho demais, e em quase dois meses
que fui em busca de apoio neste núcleo ficava a cada dia mais indignada.
Ninguém orienta ou ajuda o
empreendedor a legalizar ou formalizar sua empresa , sempre que procurava o
NAE, os funcionários me davam uma informação diferente, até tentei, juro que
tentei, abrir minha empresa por esse
núcleo, porém, desistir pelo descaso que somos tratados como cidadão. O
empreendedor que procura o núcleo é inexperiente, e com essa falta de EDUCAÇÃO ficamos
totalmente perdidos e desorientados.
Não posso ser injusta e quero
ressaltar a boa vontade da funcionária do Sebrae, a única que com sua enorme
inexperiência, ainda assim, TENTA ajudar e descobre junto com o empreendedor os primeiros passos para abrir a empresa.
Portanto, faço um apelo aos responsáveis
pelas unidades que formam o núcleo, que façam uma fiscalização para que o
atendimento ao cidadão melhore. Para que o NAE realmente seja um lugar de APOIO
AO EMPREENDEDOR, pois EU como cidadã me
sinto lesada". Ela reclama também do péssimo atendimento do senhor que atende na guichê da SEMEF e a senhora da que atende no guichê da JUCEA, todos dentro do NAE.
Com a palavra as autoridades do Estado e da Prefeitura.
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